cadê o Galo quando a gente precisa dele?!
by: Brito
Pra disciplina Fotojornalismo a minha sala teria de fazer uma saída fotográfica que realizar-se-ia no centro da cidade num sábado. Ora, na hora H todo mundo desencanou de ir e inventou que tava chovendo. Mesmo tendo sido avisado, resolvi ir lá e contactei o Paulo (minha dupla na saída e o dono da câmera que usaríamos) e o Julio (que sempre embarca nas minhas roubadas) e fomos só nós pro centrão, Anhagabáu. Lá, pra quem não sabe, tem todo tipo de bizarrice - humanas ou não - mesmo aos sábados a tarde. E eis que o Julio encontra lá o amor da vida dele.Essa moça (cuja foto se encontra no link) assediou o Julio ("Troca de olho comigo, gatinho?"), propôs-lhe "tetê todo dia", tentou agarrar-lhe as partes e o perseguiu quando ele (por pura timidez, é claro, embora possa ter sido uma encenação para que os dois se encontrassem depois num lugar apropriado) SAIU CORRENDO RENNER ADENTRO!
A moça, infeliz, tentou, coitada, mas a timidez do Julio falou mais forte e ele não teve coragem de assumir que sentia o mesmo por ela e que queria fundir sua existência a dela e serem felizes para sempre... e acabou indo-se embora enquanto nós três corríamos pra longe dali. O Paulo está aí pra confirmar a inveracidade da minha história. Ou mesmo o Julio pode contar a versão verdadeira.
Cês tinham que ver a moça (e isso é o mais importante desse post! É só clicar ali no essa moça. Se bem que eu vou acabar soltando a foto dela no corpo do blog mesmo.).
Não, Galo-cego, a gente não pegou o telefone dela.

0pessoassedeclararamsobreisso
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<< vortaprondeveio!